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	<title>educação &#8211; Ricardo Nash</title>
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	<title>educação &#8211; Ricardo Nash</title>
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		<title>Música como narrativa de cena: Moda à Terra</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2022 15:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este artigo propõe uma reflexão sobre as diversas relações existentes na construção da obra Moda à Terra: estudo de caso da tese Música e(m) Cena: processo de criação em mídias diversas, orientada por Silvio Ferraz. A tese, defendida no programa de Pós-graduação em Comunicação e Semiótica da PUC/SP, foi apresentada no Teatro Oficina, em outubro [&#8230;]]]></description>
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<p>Este artigo propõe uma reflexão sobre as diversas relações existentes na construção da obra <em>Moda à Terra</em>: estudo de caso da tese <em>Música e(m) Cena: processo de criação em mídias diversas</em>, orientada por Silvio Ferraz. A tese, defendida no programa de Pós-graduação em Comunicação e Semiótica da PUC/SP, foi apresentada no Teatro Oficina, em outubro de 2006.</p>



<p><em>Moda à Terra</em> é uma intervenção performática lítero-musical. O nome lítero-musical se refere à combinação da música com literatura, mais especificamente à colagem de poesias, ou apenas de fragmentos de textos poéticos de Padre José de Anchieta, Mário de Andrade, Cecília Meireles, Fernando Pessoa e do próprio autor e intérprete.</p>



<p>O artigo analisa as diversas relações tecidas na composição musical: a criação do texto cantado a partir de um tema dado; a relação entre palavra cantada e palavra falada, a relação entre o instrumento tocado e a voz, e como a música atua como narrativa desta cena performática, ou seja, como o texto da música se torna a própria narrativa cênica.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Referência bibliográfica: </strong></p>



<p>Deleuze, Gilles &amp; Guattari, Félix. 2002. <em>Mil Platôs &#8211; Capitalismo e Esquizofrenia.</em> Vols.1- 5. ed.34:SP.</p>



<p>_______________ <em>O que é filosofia ?</em> 2004. Nova Fronteira:SP.&nbsp;</p>



<p>_______________ &amp; Parnet, Claire. <em>Diálogos</em>. 1998. Escuta:SP.</p>



<p>Nash, Ricardo. <em>Música e(m) Cena: processo de criação em mídias diversas</em>. Mestrado em Comunicação e Semiótica. 2006. PUC:SP,.</p>



<p>Zumthor, Paul. <em>Introdução à Poesia Oral.</em> 1997. Hucitec:SP.&nbsp;</p>



<p>_______________<em>Performance, Recepção, Leitura</em>. 2000. Educ:SP.&nbsp;</p>



<p>_______________<em>Escritura e Nomadismo. </em>2005. Ateliê Editorial:SP. _______________<em>A Letra e Voz &#8211;&nbsp; “Literatura” Medieval</em> . 2001. Cia. das Letras:SP.</p>



<div style="height:36px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



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		<title>O artesão cósmico</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2022 14:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Para os filósofos Gilles Deleuze (1925-1995) e Félix Guattari (1930-1992) a arte não espera o homem para começar. Para eles, a idéia de arte está diretamente atrelada ao ritmo. Ao ritmo das coisas. E tudo tem ritmo. Até o que consideramos como não vivo. Assim, todo e qualquer corpo realiza troca com o seu meio. [&#8230;]]]></description>
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<p>Para os filósofos Gilles Deleuze (1925-1995) e Félix Guattari (1930-1992) a arte não espera o homem para começar. Para eles, a idéia de arte está diretamente atrelada ao ritmo. Ao ritmo das coisas. E tudo tem ritmo. Até o que consideramos como não vivo. Assim, todo e qualquer corpo realiza troca com o seu meio. Ao seu ritmo, mas dentro do ritmo do cosmo. Como um corpo só. Uno.</p>



<p>O que os pensadores nos apresentam é a possibilidade de perceber que nas relações, sejam elas moleculares, atômicas, humanas (sociais, políticas, etc.), cósmicas, tudo é gerado por algum tipo de troca. Essa troca produz vibração, produz energia. Produz ritmo. A vibração do corpo humano ocasionada pela troca de oxigênio produz calor. Calor que nos mantém vivos, no pulsar do coração, no pulsar da vida. Toda a natureza está repleta de ritmo. É o ritmo que cria os desenhos e as cores do universo; as oscilações das marés e dos ventos; dos sóis e das luas. É o ritmo que cria os temperamentos; as tormentas e as colheitas. Ritmo são inspiração e expiração do cosmo; do contínuo tempo-espaço em que atuamos com nossas ações. Quando se está em sintonia com a vibração do universo tudo acontece. A seu ritmo. A seu tempo. E somos um, no ritmo do ventre do universo, que pulsa, que dança. E dançamos a coreografia do Universo.</p>



<p>&nbsp;Ora intempestiva, ora moderada. Às vezes simples, às vezes complicada. Mas, sempre dinâmica. A obra de Sara Nach é assim: cheia de movimento, profunda e comovente. Por vezes simples. Em outras, suntuosas. Outras tantas, simplesmente linhas. Traçadas por linhas que se fazem contínuas no espaço e que encantam. Um olhar atento às suas esculturas nos evoca lembranças, histórias, sentimentos, emoções. E pedem atenção: o olhar e a escuta. Que seja um exercício de contemplação. Escutar e contemplar o ritmo do cosmo para ver com outros olhos. Ver e sentir o pulsar do universo, e assim, exercitar o estado natural de ser, em eterno movimento.</p>



<p>Suas esculturas nos remetem ao pensamento de Deleuze e de Guattari quando estes atrelam a arte ao ritmo do universo, transformando o artista em um artesão que, com sua técnica, seu olhar, seu sentido se conecta ao universo e que, com sua obra, nos conecta, conecta seu público, ao movimento cósmico. Ser uno com o cosmo é ser um artesão cósmico. E Sara Nach é uma artesã cósmica. Cabe a nós, como faz a artista, ampliar o nosso olhar, ampliar a nossa escuta; transmutar nossos sentidos e recriar nossa conexão com o infinito; às micro percepções do ar, do mar, da luz, da terra, do fogo para fundir a percepção com o imperceptível. Sejamos artesãos cósmicos e fundemos… fundemos… fundemos.</p>



<p>Consulta bibliográfica: Deleuze, Gilles; Félix Guattari. Mil Platôs 4. p. 129. Ed. 34, 1997: SP. Nash, Ricardo. Música e(m) Cena: processo de criação em mídias diversas. Mestrado PUC/SP-2006. Orientação: Sílvio Ferraz.</p>



<p>Ricardo Nash é ator, músico, mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP, bacharel em Comunicação das Artes do Corpo, na área de teatro pela PUC/SP.</p>
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		<title>Dissertação de Mestrado &#8211; Música e(m) Cena: processo de criação em mídias diversas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[producaoricnash]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Aug 2022 13:00:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<category><![CDATA[PUC]]></category>
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					<description><![CDATA[Tese apresentada à banca examinadora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo como exigência parcial para obtenção do título de Mestre em Comunicação e Semiótica sob orientação do Professor Dr. Silvio Ferraz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tese apresentada à banca examinadora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo como exigência parcial para obtenção do título de Mestre em Comunicação e Semiótica sob orientação do Professor Dr. Silvio Ferraz.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



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		<title>Trajetória de Ricardo Nash em pesquisa e educação</title>
		<link>https://ricardonash.com.br/trajetoria-de-ricardo-nash-em-pesquisa-e-educacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Nash]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2019 21:34:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[ricardo nash]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 1994, Nash inicia o Teatro Escola Celia Helena, tradicional curso de teatro, em Sampa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 1994, Nash inicia o Teatro Escola Celia Helena,
tradicional curso de teatro, em Sampa.</p>



<p>No terceiro semestre do Célia Helena, em 1995, Nash começa a
dar aulas no SOS Criança, instituição que recebia menores infratores e em
situação de risco social. Isso pautou o trabalho de Nash por, pelo menos, 15
anos, sempre atendendo comunidades da periferia ou instituições de recuperação
social: o teatro como uma ferramenta para se trabalhar com esse público.</p>



<p>Depois de se formar ator, como um passo ao aprofundamento,&nbsp;em
1999,&nbsp;Ricardo Nash inicia a&nbsp;universidade, na primeira turma da recém-criada
Comunicação das Artes do Corpo (PUC/SP), curso este que tem o corpo como foco
de estudo, no teatro, na dança e na performance. Pouco tempo depois, o curso se
tornou referência e hoje é até comum o termo “artistas do corpo”. Durante a
faculdade a curiosidade artística pelo corpo e suas expressões foi tomando
forma. O interesse pela pesquisa consolidado. E, como parte da curiosidade
junto com outros alunos, criam o Teatro da Terra, grupo que se tornou uma referência
de pesquisa corporal, na PUC/SP.</p>



<p>Em 2003 ingressa o curso de pós-graduação Comunicação e
Semiótica (PUC/SP), orientada pelo músico e filósofo Silvio Ferraz. Recebe o
título de mestre com a tese:&nbsp;<em>Música Em(Cena): processo de criação em
mídias diversas</em>, onde pesquisa a relação: {[ Teatro e Música ] Corpo, ritmo
e som}: estudo este em contínuo desenvolvimento desde então.&nbsp;</p>



<p>Essa pesquisa prática, iniciada em 2003, durante a elaboração da dissertação de mestrado tem como resultados cênicos “Olho Caos”; “<a href="https://ricardonash.com.br/manhas/">Manhãs</a>”; “<a href="https://ricardonash.com.br/modaaterra/">Moda à Terra</a>”; “<a href="https://ricardonash.com.br/danca-viola-2/">Dança Viola</a>” e o espetáculo “<a href="https://ricardonash.com.br/nova-temporada-de-o-natimorto/">O Natimorto</a>”, de Lourenço Mutarelli, com Cia do Piolho, onde foi possível cruzar as linguagens do Som e do Corpo em Movimento tendo a cena o elemento rítmico norteador.</p>



<p>Passadas quase duas décadas desde quando começou a estudar
teatro, Ricardo, em 2012, retorna ao Célia Helena, mas agora como professor de
Expressão Corporal no curso técnico e de Música e Ritmo Cênico no ensino
superior (ESCH). A relação corpo, som, ritmo e movimento passam a ser temas de
aulas e Nash, desde então desenvolve cursos com esta temática, como foram&nbsp;<em>Ritmo
Cênico: corporalidades e musicalidades diversas&nbsp;</em>(Teatro Oficina, EMAL)
e&nbsp;<em>Ritmo Cênico: CorpoSo(M)ovimento&nbsp;</em>(SP Escola de Teatro).</p>



<p>Em 2014, Nash, a convite do professor Pós-Doutor Danilo
Guimarães, passou quase três anos no Instituto de Psicologia (IP/USP), como
aluno especial e pesquisador explorando as fronteiras do processo comunicativo
de semiotização afetiva na relação da pessoa com o mundo e desenvolvendo
estudos que relacionam o Construtivismo Semiótico Cultural com a questão do
ritmo, do corpo, da música e do som, principalmente.</p>



<p>Nash busca unir seus interesses em música, em teatro, em
dança, em performance e em atuação tanto em seus trabalhos teóricos como
práticos, e segue a vida curioso.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Formação</title>
		<link>https://ricardonash.com.br/formacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Nash]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2019 18:09:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[artes cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[ator]]></category>
		<category><![CDATA[atuação]]></category>
		<category><![CDATA[canto]]></category>
		<category><![CDATA[Celia Helena]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<category><![CDATA[ULM]]></category>
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					<description><![CDATA[Mestre em Comunicação e Semiótica com a tese&#160;Música Em (Cena): processo de criação em mídias diversas&#160;– PUC-SP (2004-2006) Bacharel em Comunicação das Artes do Corpo – teatro, dança e performance – PUC-SP (1999-2003) Instrumentista de viola de 10 cordas (viola caipira) – ULM – Centro de Estudos Musicais Tom Jobim (atual EMESP) (2002-2007) Curso profissionalizante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mestre em Comunicação e Semiótica com a tese&nbsp;<em>Música Em (Cena):
processo de criação em mídias diversas</em>&nbsp;– PUC-SP (2004-2006)</p>



<p>Bacharel em Comunicação das Artes do Corpo – teatro, dança e performance
– PUC-SP (1999-2003)</p>



<p>Instrumentista de viola de 10 cordas (viola caipira) – ULM – Centro de
Estudos Musicais Tom Jobim (atual EMESP) (2002-2007)</p>



<p>Curso profissionalizante Teatro Escola Celia Helena (1994-1997)</p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>



<p><strong>Oficinas, cursos e treinamentos ministrados</strong></p>



<p>Expressão Vocal e Interpretação – Escola Nacional de Teatro ENT – Santo
André (2016-2017)</p>



<p>Curso de extensão Ritmo Cênico: CorpoSo(M)ovimento – SP Escola de Teatro
(2016)</p>



<p>Curso livre Ritmo Cênico: corporalidades e sonoridades diversas – Teatro
Oficina (2014), Espaço para Movimentação Artística Livre EMAL (2015-2016)</p>



<p>Tempo-Rítmo – Estúdio de Treinamento Artístico ETA (2014)&nbsp;</p>



<p>Expressão Corporal – curso Técnico Teatro Escola Célia Helena
(2012-2014)</p>



<p>Música e Ritmo Cênico – Escola Superior de Artes Célia
Helena&nbsp;(2012)</p>



<p>Interpretação – Casa do Teatro (2012)</p>



<p>Humor – projeto Fábricas de Cultura – Secr. Estado de SP e Catavento
Cultural (2011-2012)</p>



<p>Teatro – Programa Vocacional da Secr. Mun. Cultura (2010)</p>



<p>Preparação corporal e vocal para Cia. São Paulo Playback Theatre
(2009-2011)</p>



<p>Interpretação – Agência de atores Sagarana (2008-2009)</p>



<p>Teatro para crianças – Casas Taiguara (2008)</p>



<p>Teatro e música para os jovens do Bixiga – Ponto de Cultura Movimento
Bixigão/Teatro Oficina Uzyna Uzona (2007-2008)</p>



<p>Técnicas Corporais Aplicadas à Voz – Associação de Música Vocal
–Botucatu (2007)</p>



<p>Musicalização: voz, canto e coro (curso/duração 6 meses) – Sesc Pompéia
(2005); Apresentou palestras sobre criação performática litero-musical – Sesc
São Caetano (2004-2005)</p>



<p>A Multiplicidade da Poesia – (oficina/8 encontros) Sesc Pompéia&nbsp;
(2004)</p>



<p>Monitoria ao professor-diretor teatral Francisco Medeiros – PUC (2001)</p>



<p>Arte-educador e assistente de direção. Coordenação: Kate Hansen – SOS
CRIANÇA (1996-1997)</p>



<p>Orientador cênico do grupo amador do SESC Pompéia, coordenado por Kate
Hansen junto ao projeto SOS CRIANÇA (1996/1997)</p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>



<p><strong>Cursos de aperfeiçoamento realizados</strong></p>



<p>Canto – Ná Ozzetti (2018)</p>



<p>Dança Contemporânea – Lu Favoretto/Estúdio Oito Nova Dança (2018)</p>



<p>Workshop de vídeo para atores – Espaço Cultural Qualidade Brasil (2015)</p>



<p>Estágio com Ron Daniels – Atibaia, São Paulo (2012)</p>



<p>Residência artística: dir. Anatoly Vassiliev – Instituto Grotowiski, Wroklaw/Polônia (2011)</p>



<p>Canto &#8211; Magali Mussi (2010)</p>



<p>Escola de TV – Teatro Wolf Maia (2003)</p>



<p>Técnica Vocal – Lucila Tragtemberg (2000-2002)</p>



<p>Dança-Teatro – Cristiane Paoli Quito/PUCSP (1999-2003)</p>



<p>Dança-Teatro – Lara Pinheiro/PUCSP (1999-2003)</p>



<p>Eutonia – Rosa Hércules/PUCSP (1999-2001)</p>



<p>Circo Escola Picadeiro – workshop (1999)</p>



<p>Canto para atores – maestro Roberto Anzai (1998)</p>



<p>Laboratório de cinema – Walter Lima&nbsp;Jr (1998)</p>



<p>Interpretação para cinema – Walter Lima Jr (1998)</p>



<p>Clown – Bete&nbsp;Dorgan – Teatro Engenho Teatral – Projeto Cena Aberta
(1998)</p>



<p>Oficina de Montagem “A&nbsp;Floresta&nbsp;Encantada”. Murray Shaffer –
UNESP – Parque do Ipiranga (1998)</p>



<p>Interpretação: A Construção do Personagem: Stanislavski – Luís Carlos
Moreira –Teatro Engenho Teatral&nbsp;– Projeto Cena Aberta (1998)</p>



<p>A Produção Criativa do Ator e a Construção não-naturalista da Cena,
direção:&nbsp;Luíz Carlos Vasconcelos&nbsp;– TUSP (1998)</p>



<p>Dublagem:&nbsp;estágio na Produtora&nbsp;Álamo – SP (1996)</p>



<p>Técnicas de vídeo para ator: direção –&nbsp;Jaime Periard (1996)</p>



<p>Técnicas de Eugené Barba para ator –&nbsp;direção:&nbsp;Rosana Seligman
(1996)</p>



<p>Canto coral – USP (1996)</p>



<p>Curso profissionalizante Dublê de Corpo (1997-1998)</p>



<p>Canto – técnica vocal – profa. Mariuccia Lourenção</p>



<p>Guitarra – prof. Marcos Kleine (1992-1993)</p>



<p>Piano – profa Celia Regina (1987-1988)</p>
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