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	<title>biografia &#8211; Ricardo Nash</title>
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	<title>biografia &#8211; Ricardo Nash</title>
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		<title>Trajetória de Ricardo Nash em pesquisa e educação</title>
		<link>https://ricardonash.com.br/trajetoria-de-ricardo-nash-em-pesquisa-e-educacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Nash]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2019 21:34:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[ricardo nash]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 1994, Nash inicia o Teatro Escola Celia Helena, tradicional curso de teatro, em Sampa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 1994, Nash inicia o Teatro Escola Celia Helena,
tradicional curso de teatro, em Sampa.</p>



<p>No terceiro semestre do Célia Helena, em 1995, Nash começa a
dar aulas no SOS Criança, instituição que recebia menores infratores e em
situação de risco social. Isso pautou o trabalho de Nash por, pelo menos, 15
anos, sempre atendendo comunidades da periferia ou instituições de recuperação
social: o teatro como uma ferramenta para se trabalhar com esse público.</p>



<p>Depois de se formar ator, como um passo ao aprofundamento,&nbsp;em
1999,&nbsp;Ricardo Nash inicia a&nbsp;universidade, na primeira turma da recém-criada
Comunicação das Artes do Corpo (PUC/SP), curso este que tem o corpo como foco
de estudo, no teatro, na dança e na performance. Pouco tempo depois, o curso se
tornou referência e hoje é até comum o termo “artistas do corpo”. Durante a
faculdade a curiosidade artística pelo corpo e suas expressões foi tomando
forma. O interesse pela pesquisa consolidado. E, como parte da curiosidade
junto com outros alunos, criam o Teatro da Terra, grupo que se tornou uma referência
de pesquisa corporal, na PUC/SP.</p>



<p>Em 2003 ingressa o curso de pós-graduação Comunicação e
Semiótica (PUC/SP), orientada pelo músico e filósofo Silvio Ferraz. Recebe o
título de mestre com a tese:&nbsp;<em>Música Em(Cena): processo de criação em
mídias diversas</em>, onde pesquisa a relação: {[ Teatro e Música ] Corpo, ritmo
e som}: estudo este em contínuo desenvolvimento desde então.&nbsp;</p>



<p>Essa pesquisa prática, iniciada em 2003, durante a elaboração da dissertação de mestrado tem como resultados cênicos “Olho Caos”; “<a href="https://ricardonash.com.br/manhas/">Manhãs</a>”; “<a href="https://ricardonash.com.br/modaaterra/">Moda à Terra</a>”; “<a href="https://ricardonash.com.br/danca-viola-2/">Dança Viola</a>” e o espetáculo “<a href="https://ricardonash.com.br/nova-temporada-de-o-natimorto/">O Natimorto</a>”, de Lourenço Mutarelli, com Cia do Piolho, onde foi possível cruzar as linguagens do Som e do Corpo em Movimento tendo a cena o elemento rítmico norteador.</p>



<p>Passadas quase duas décadas desde quando começou a estudar
teatro, Ricardo, em 2012, retorna ao Célia Helena, mas agora como professor de
Expressão Corporal no curso técnico e de Música e Ritmo Cênico no ensino
superior (ESCH). A relação corpo, som, ritmo e movimento passam a ser temas de
aulas e Nash, desde então desenvolve cursos com esta temática, como foram&nbsp;<em>Ritmo
Cênico: corporalidades e musicalidades diversas&nbsp;</em>(Teatro Oficina, EMAL)
e&nbsp;<em>Ritmo Cênico: CorpoSo(M)ovimento&nbsp;</em>(SP Escola de Teatro).</p>



<p>Em 2014, Nash, a convite do professor Pós-Doutor Danilo
Guimarães, passou quase três anos no Instituto de Psicologia (IP/USP), como
aluno especial e pesquisador explorando as fronteiras do processo comunicativo
de semiotização afetiva na relação da pessoa com o mundo e desenvolvendo
estudos que relacionam o Construtivismo Semiótico Cultural com a questão do
ritmo, do corpo, da música e do som, principalmente.</p>



<p>Nash busca unir seus interesses em música, em teatro, em
dança, em performance e em atuação tanto em seus trabalhos teóricos como
práticos, e segue a vida curioso.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ricardo Nash no teatro</title>
		<link>https://ricardonash.com.br/ricardo-nash-no-teatro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Nash]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2019 18:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro e Multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[ricardo nash]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[Mesmo tendo as artes como foco, Nash acreditava que seu futuro estava na medicina ou na biologia. O que ele descobriu anos depois é que seu interesse por esses cursos tinha a ver, na verdade, com sua sinergia em relação às potencialidades do corpo humano, da expressão corporal. Mais tarde, essa descoberta lhe rendeu pesquisas cênicas, cruzando conhecimentos da música e do teatro. Mas o interesse como ator passou primeiro pelo olhar cirúrgico da sua mãe, que foi quem incentivou Nash a ir para as artes cênicas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mesmo tendo as artes como foco, Nash acreditava que seu
futuro estava na medicina ou na biologia. O que ele descobriu anos depois é que
seu interesse por esses cursos tinha a ver, na verdade, com sua sinergia em
relação às potencialidades do corpo humano, da expressão corporal. Mais tarde,
essa descoberta lhe rendeu pesquisas cênicas, cruzando conhecimentos da música
e do teatro. Mas o interesse como ator passou primeiro pelo olhar cirúrgico da
sua mãe, que foi quem incentivou Nash a ir para as artes cênicas.</p>



<p>Sua jornada nos palcos tem início no Teatro Escola Célia
Helena, onde se formou como ator e desenvolveu projetos ao lado de diretores
como Bete Dorgam e Marcelo Lazzaratto. Anos depois, Nash retorna à escola, mas,
desta vez, como professor.</p>



<p>Por indicação de Dorgam, Ricardo começou a atuar em
espetáculos da diretora Débora Dubois ao lado de nomes como Marcos Damigo,
Bárbara Paz, Marcos Mion, Flávia Garrafa e Júlio Rocha. Seu primeiro espetáculo
profissional foi “Cuidado: Garoto Apaixonado”, de Toni Brandão</p>



<p>Os trabalhos como ator e músico em espetáculos cênicos
começam a se alternar após a peça “Las Muchachas”, com direção de Dagoberto
Feliz. A partir desse marco, Nash começa a explorar seu lado como músico na
cena teatral, desenvolvendo diversos espetáculos, dentre eles “Chico Mendes e o
Encantado”, dirigido por Ivini Ferraz e Georgette Fadel, e “A Lenda do Quebra
Nozes”, com direção musical de Gereba.</p>



<p>Como fortalecimento do processo de ator e músico, Nash
desenvolveu, ao lado de Nilson Muniz, projetos lítero-musicais importantes para
o Sesc SP. Foram aproximadamente 15 permormances, entre adultos e infantis. A
construção das cenas por meio de textos de grandes poetas foi uma escola
empírica para Ricardo, que levou essas experiências para a construção, por exemplo,
do cortejo lítero-musical “Cal y Grama”, apresentado no Sesc Santana.</p>



<p>Ao longo de sua carreira, Nash teve a oportunidade de atuar
ao lado de grandes diretores nacionais e internacionais como Zé Celso, Marcelo
Drummond, Ilo Krugli, Zé Renato, Ron Daniels, Francisco Carlos e Anatoli
Vassiliev.</p>



<p>Todas essas experiências no teatro e como arte-educador e
pesquisador o levaram a um estágio de amadurecimento profissional, que resultou
no convite da estreante Cia do Piolho para a direção do espetáculo “O Natimorto”,
de Lourenço Mutarelli.</p>



<p>Ricardo Nash participa ainda do Núcleo Musical da Cia do
Tijolo, dirigido por Willian Guedes, e da Companhia São Paulo Playback Theatre.</p>
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