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	<title>Ricardo Nash &#8211; Ricardo Nash</title>
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	<title>Ricardo Nash &#8211; Ricardo Nash</title>
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	<item>
		<title>Aquele trabalho que dá orgulho &#8211; e faz pensar</title>
		<link>https://ricardonash.com.br/aquele-trabalho-que-da-orgulho-e-faz-pensar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Nash]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2019 18:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[coral]]></category>
		<category><![CDATA[coro]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[grandes eventos]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
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					<description><![CDATA[Gostei de fazer este trampo!&#160; Foi um evento do Itaú Unibanco &#8211; Encontro de Líderes -, uma estrutura gigante dentro da Expo São Paulo, para um público de 8 mil pessoas e mais 8 mil via web, que assistiram a transmissão ao vivo. Fiz parte de um coro de 92 vozes, que ficou dividido em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Gostei
de fazer este trampo!&nbsp;</p>



<p>Foi um evento do Itaú Unibanco &#8211; Encontro de Líderes -, uma estrutura gigante dentro da Expo São Paulo, para um público de 8 mil pessoas e mais 8 mil via web, que assistiram a transmissão ao vivo.</p>



<p>Fiz parte de um coro de 92 vozes, que ficou dividido em 3 grandes arquibancadas/palcos distribuídos no espaço. A regência ficou a cargo do querido William Guedes e foi impecável. Além de nós, sob sua batuta tinha também uma banda com piano elétrico, guitarra, cello, baixo, sopros, e percussão.</p>



<p>Nós éramos o toque de arte dentro do Capital. É possível? Sim, é possível. Como tudo sempre está imbricado, ou aprende-se a dialogar com as grandes estruturas ou estaremos sempre fadados a não ter&#8230;.que aprendamos estão a habitar todos os lugares com nossa criação artística.&nbsp;</p>



<p>O que eu mais gostei deste trabalho foi conhecer tanto artista bacana, multi-artistas cantores, dançarinos, atores, instrumentistas, uma galera excepcional. E eu também estava perto de muitos amigos do coração, o que fez o trabalho também ser muito gostoso.</p>



<p>Produção Geral&nbsp;#bulletgroup⠀<br>Direção Artística&nbsp;#tacc88⠀<br>Direção Musical&nbsp;#ffmusic_art⠀<br>Regência&nbsp;#williamguedesvaz&nbsp;⠀<br>Produção&nbsp;#augusto_tib<br>#calegariandrea #orpheunegro</p>



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<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><a href="https://www.instagram.com/p/B3LCcvxF8O6/?utm_source=ig_web_copy_link"><img fetchpriority="high" decoding="async" data-id="1331" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/tacc88.jpg" alt="" class="wp-image-1331" width="239" height="240" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/tacc88.jpg 477w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/tacc88-300x300.jpg 300w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/tacc88-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 239px) 100vw, 239px" /></a></figure>



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<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><a href="https://www.instagram.com/p/B3KTRMOH0TE/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" data-id="1335" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/balletgroup.jpg" alt="" class="wp-image-1335" width="239" height="240"/></a></figure>
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		<item>
		<title>Tchaikovsky na rabeca</title>
		<link>https://ricardonash.com.br/tchaikovsky-na-rabeca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Nash]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2019 20:22:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro e Multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[A Lenda do Quebra Nozes]]></category>
		<category><![CDATA[Gereba]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>
		<category><![CDATA[Quebra Nozes]]></category>
		<category><![CDATA[rabeca]]></category>
		<category><![CDATA[ricardo nash]]></category>
		<category><![CDATA[Soldadinho de Chumbo]]></category>
		<category><![CDATA[Tchaikovsky]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[“A Lenda do Quebra Nozes” foi um dos primeiros espetáculos em que eu atuei como ator e músico. Toquei viola caipira, gaita, flauta, rabeca e percussão. E foi uma experiência muito interessante porque, pra tocar você precisa de bastante soltura, leveza corporal, ainda que com a musculatura direcionada pra isso – precisa da tensão exata [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>“A Lenda do Quebra Nozes” foi um dos primeiros espetáculos em que eu atuei como ator e músico. Toquei viola caipira, gaita, flauta, rabeca e percussão. E foi uma experiência muito interessante porque, pra tocar você precisa de bastante soltura, leveza corporal, ainda que com a musculatura direcionada pra isso – precisa da tensão exata pra tocar, mas o corpo precisa estar relaxado também. Fiz o Soldadinho de Chumbo e tinha que fazer um corpo bem rígido, com movimentos parecidos com um boneco. Então, era uma mistura entre leveza e seu oposto, talvez. </p>



<p>Foi muito
gostoso atuar com o time: Alan Moraes, Diego Rodda, Ricardo Nash e Tânia Piffer.</p>



<p>A direção musical, deslumbrante, foi do Gereba e eu fazia, na rabeca, o tema da Lenda, de Tchaikovsky, e tocava ao mesmo tempo, em duo, com a Tânia. Era demais!</p>



<p>Outra experiência interessante foi gravar o CD da trilha, composta pelo Gereba. Fomos pro estúdio gravar as vozes e os coros e ele fez toda a parte instrumental. Estou tentando recuperar esses áudios. Assim que conseguir, entram aqui.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/10/cartaz-857x1024.jpg" alt="" class="wp-image-564"/></figure>
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		<item>
		<title>Boneco de Prata</title>
		<link>https://ricardonash.com.br/boneco-de-prata/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Nash]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2019 20:24:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Celia Helena]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[morador de rua]]></category>
		<category><![CDATA[oficina]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>
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					<description><![CDATA[Tenho textos poéticos que nunca publiquei nem ao menos mostrei publicamente. Finalmente estou tomando coragem para isso. As poesias que começo a publicar hoje fazem parte de uma compilação que eu chamo de “Boneco de Prata”. Isso nasceu de uma experiência em um período onde eu estava estudando numa oficina de atuação para cinema com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tenho textos poéticos que
nunca publiquei nem ao menos mostrei publicamente. Finalmente estou tomando
coragem para isso.</p>



<p>As poesias que começo a publicar hoje fazem parte de uma compilação que eu chamo de “Boneco de Prata”. Isso nasceu de uma experiência em um período onde eu estava estudando numa oficina de atuação para cinema com Walter Lima Júnior e resolvi fazer a pesquisa de um personagem que morava na rua. Criei uma biografia pra ele e tudo mais. E é como se ele escrevesse essas poesias. Boneco de Prata é o vulgo dele, que adotou como nome quando foi pra rua.</p>



<p>O fato curioso é que essa oficina aconteceu no Célia Helena, de forma paralela ao curso regular – e a Célia Helena ainda estava viva. Por um período, eu me vestia de uma forma maltrapilha e ia pra rua descalço, me sujava, ia conviver com as pessoas em situação de rua. Até que isso chegou à Célia Helena e ela não acatou minha iniciativa de ir a campo realizar essa vivência. Eu tinha 20, 21 anos &#8211; mas o texto acaba sendo bastante atual. </p>



<pre class="wp-block-verse"><strong>Prólogo do Homem (Boneco de Prata)</strong>
 
 
Se eu fosse homem de rua 
Quem eu seria?
Seria pedra bruta ou lapidada?
Um brilhante ofuscado pelas 
marcas do passado
Que não se apagam mais 
 
Se eu fosse homem de rua
Quem eu seria?
Seria uma nuvem sem véu
Ou uma noiva despida 
no meio da  lua
com coro de som e 
fumaça sem poluição
 
Se eu fosse homem de rua
Quem eu seria?
Poluição magnífica
Ou poluição medíocre que intoxica
E não cria oxigênio
E sim rugas no rosto fatigado
Que não encontra mais a lua...
 
Se eu fosse homem de rua
Quem eu seria?
 
A antiga escuridão 
Que não poupa miseráveis
E sempre resta faixo de luz.
Precursor do dia.
 
Se eu fosse homem de rua
Quem  eu seria?
 
Noite 
Noite da vida antecedente
Do dia eterno
Que crê no toque 
E nos espaços tardios,
De um sol alaranjado,
E meio-dia; mais dia,
Mau-dia da adolescência
Que corre, e atrás, trás
o descobrimento
Se eu fosse homem de rua
Quem eu seria?
 
Somos todos da rua, 
Aprendizes
Do desfalque amado 
Da embriaguez entorpecida,
Amada lua
Inspiração sai
Encontra juventude
E amortece num colchão.
Que toca melodia ausente
Do coração
Dá voltas em torno da mente,
Sem limites pra fontes
Pra abraços de ardor
E a busca pela liberdade,
Que não é bairro, nem cidade,
Nem país.
É uma nação inteira
Que voa na veia
E não é mais pálido,
Mas, ainda é sofrimento.
 
Sensações:
Gosto amargo da cachaça
Arranha garganta
Nos goles do fim
Que chama:    
    
-Se eu fosse homem de rua
Quem eu seria?
 
             

<strong>CRENÇA</strong>
 
Dizem a respeito de frutos colhidos ... e estranho
Restaurados,
Adocicados. Acidificados,
martirizados, mumificados, mimados,
Passados.
Futuro presente de afeto, de confiança.
Dizem a respeito de fraternidade,
De crença,
Escondida, apaziguada, guardada.
Resto de fuligem
Fungível é o Fuzil?
Que das cinzas se criou e formou
Reagiu e produziu.
Dizem a respeito de símbolos
da história, da força da vida,
do controle, da criança.
Dizem da crença
do começo
do ser apagado
e recomeçado    
Dizem a respeito da origem ... desconhecida
e mistério
e gana
e vencer
e suar
e acreditar.
E as guerras?    
     
     
  
<strong> NOSSOS LÁBIOS</strong>
     
Acabei de me ver em seus lábios,
nessas linhas perpendiculares
de uma lógica emocional
Fez inspirar tal ar,
tal respiro, tal ilusão
O acorde violeta clareia nossos toques
e o encontro de nossos pensamentos.
Pensamentos flor-de-pele;
     
Lábios carnudos e feito pássaro
cantam falam e sobrevoam
à frequência
     
Perguntam tanto que me desencontram 
em algo vago, 
mas ainda perpendicular
com minha lógica emocional
que lhe vê e sente profundo
     
Lábios que querem saber 
como sabe lá quem sabe.
sabiá.
E acariciam-me,
Gritam e cantam pelos nossos nomes...
e até queimam a mão;
tocam a mão, passeiam e flutuam;
contam história.
É hora de ir.
Tem alguém aí?
Eu preciso de uma informação,
Se onde surgiram, como se movem?
De onde surgiram?
Quando éramos crianças,
todos chamávamos, gritávamos, e amávamos
     
Os lábios se tocam, ainda se beijam
olham-se no escuro verdadeiro e desenham com     sua língua.
Feito artista que pinta paisagem
no infinito campos verdes belos
no vôo da águia 
e no galope do cavalo que procura 
o sem fim finito ou não, diverso ou concluso.
     
     
A COMUNIDADE
     
Comum aos moradores da essência
a distância negada 
entre matéria e procura
Procura ser a invasão não contida;
de antemão o extremo paradoxo
- o nada ser
Mais confuso das nuvens procurando caminho
     
Comum aos moradores da essência
o aborto da matéria
corriqueira e singela
sofre pelo senso comum
Tão clássico, tão histórico,
Tão movimento na escola dos  conceitos!
     
Disse à plataforma do Papa do governo,
de promessas e planos e falsas juras de amor.
E deixaria a figura da nuvem
ser maltratada pela nuvem poluição?
     
Comum aos moradores da essência
viver a sonoplastia da ação
-Quase não age e já não existe-
...porém muito hábil, (a precisão nunca         falha)
Falha na alma de que não procura
Não quem não encontrou.
Mas, quem por fim desistiu.
De assim buscar 
e enfim só explicar (e, se justificar)
o comum senso 
dos outros moradores da essência
As metáforas estão morrendo! Lutemos por elas!
     
     
     
<strong>Consciência Infeliz</strong>
 
Poeira da ciência 
Poeira individualista,
Efetivo: efeito real?
Atrás do Eldorado
Um magnata qualquer.
 
Amaldiçoado encarnações,
gerações! 
Que deveriam florir.
e colorir.
Impedidos de viajar pelo tempo criador.
Pálidos e ácidos
Alojam fiéis decompositores doloridos.
Cumprem trabalho e batem cartão.
Nem pensam nos sonhos
da noite anterior.
Opacos e mancos
Travados em um foco frágil 
de doentes tiros eternos e eficientes
de metralhadora,
ou 
 de outra força maior
ou 
menor
Falsos trovadores
em trovas de martelo criam
a desigualdade
de quem vota um brocha.
Vestem brocado caro e elegante
Ao caro pagante de impostos
é capaz
brochar em suas cucas,
prego curto, de cabeça chata e  larga
que infeliz ainda acredita
em quem em promessas confiou.
 
Não para-te ao olhar.
Para-te à falsa visão.
E imagina apenas si.
Poeira da ciência
que nunca carregará
noiva num altar.
 
Queria ver-te rodopiar nu num salão 
ao som de violas e violinos.
Não estarias pronto a prestar atenção
a tua volta;
Rostos carentes aguardando
tua magia
que nunca chegará!
 
 
<strong>Prefiro Fazer Assim?!</strong>
 
Poderia insuflar meu peito
E lhe gritar um grande amor,
Mas prefere que espanque sua pele
e lhe faça gritar.
Pois o faço! Com dores e penumbras
Sonhos e paixões o faço;
Já que faz sofrer e pensar 
e lembrar
e mastigar seu doce;
Faço-o na sombra, num beco, na chuva.
Arranho suas costas e bato em sua cara
até arder, até sonhar...até me chamar.
Deverá clamar.
Estou em meus versos 
e aqui irá me achar.
 
Poderia insuflar meu peito
e esganiçar o que resta da minha voz,
de minha cor; e tocar seu seio.
Não seria atroz;
mas prefere que arranque seus cabelos
e deixe sombras em seu corpo!
Pois o faço! Num dia quente de verão
e raios de vulcão, o faço!
Já que faz-me duvidar de minha relva 
e enfraquecer a tinta da pena
Pois o faço.
E muito bem feito!
 
 
<strong>Memórias do Sempre</strong>
 
É só o Coronel Ribeiro surgir...
E o medo plana no grito
Despercebido
Uma risada bufônica
Assustadora
 
Cordas de presente
num corpo sonoro
num sussurro harmônico
numa chegada enclausurada
pela distância
 
Uma nota pra valer 
Uma cota pra sobreviver
pra distorcer...
pra me enganar...
pra esquecer o peito,
que nunca tive,
E a fuga que sempre vivi
Mas nunca esqueci.
 
 
<strong>O Homem de Bigode</strong>
     
...noite de sombra...
Conversei com o Homem de Bigode,
que atraia o tempo com o assovio.
Convencia a dor com o grito...
...e suspiros de poéticas
Trocava o amor do dia com a Noite.
Andava com passos de prazer;
O Homem de Bigode tinha raiva; e 
tinha sentido, ao sentar no banco da esmola;
e cadenciar o respiro carente.
 
...noite de sombra...
Dá poder e respiração
ao Homem de Bigode.
Olha pra o ventre e descobre o tato.
É noite de martírio e afinação...
...o grito da sombra se encontra
na solidão da úlcera,
mas, observa o encontro do prazer 
e alegra
aproxima-se do ventre da mulher.
O Homem de Bigode não tinha paletó, nem lapela vermelha;
-Reflexo-Protesto que exige Proteção!
 
...noite de sombra.
em restos de lábio puro,
o Homem de Bigode avançava ao ventre;
observava impávido rosto de desencontro.
Podia vestir bermuda ou chinelo pois vestia crença.
O adormecer seria claro, 
perfumado,
perfurando 
o ventre refletindo a cor tristeza do sono 
em jorros de vermelho.
Jorros de desamor e desconfiança.
 
O Homem de Bigode falava em coro e previa o futuro.
Quando movia os braços e mãos tinha toda a atenção.
Mãos de cinza e vermelho.
Gestos longos...lentos 
como seu tempo.
Olhos arregalados, da multidão em fila que o vangloriava, 
da indefinição, sempre alertava.
 
...noite de sombra
pasma, talvez pávida não findava;
desbotava cor e invertia cor
e dançava todos os sons, acompanhando todos os movimentos.
Transformava o vazio em grande salão de festa
com quarteto de cordas em si maior,
em esperança de um novo dia trocado pela noite clara imagem,
sabor degustador, degusta dor.
Era o Homem de Bigode que no vício
e na calma
seguia a massa, que seguia o Homem, que seguia a massa. 
E seguia a lua encontrava o brilho,
mesmo roendo o ventre; o suspiro.
Não vivia no beco, nem era a salvação pois era (o)culto, 
e mesmo explicando,
sentava no banco da esmola a esmo.
 
Era o Homem de Bigode que calculava e sentia. 
Olhava para todos os lados, 
cantos angulares e não geométricos, 
de imperfeita lógica, 
que abria o espaço e procurava o encontro da multidão.
Necessitava o afeto, não admiração,
pois tinha toque, 
ainda que fosse cinza 
ainda que fosse noite,
ainda que fosse sombria, 
tanto era sincero 
tanto era medo sentido
do medo que tornava 
o Homem de Bigode…
da noite de sombra.
 
 
<strong>POR PASSOS</strong>
 
Indivíduo transeunte
corria, pulsava, saltava - estranhava!
Equilibrava a soma
da juventude,
que era a mesma estrada
e vivia em barras paralelas.
Na fronteira deste córrego.
Um córrego turbulento e
corado de sol em fim de tarde
Laranja
Cor
Ocorrência
Tato, feto
mato
Laranja
Indivíduo transeunte
corria pulava, saltava - contornava!
Equilibrava em conta de X,
de multiplicação óbvia.
 
 
 
<strong>Carona dos Sonhos</strong>
 
Fase estranha
Em meio a um calabouço
Range o martelo e cala,
Martela esperança que espalha crença
fatídica, e lúdica.
Ápice estranho
Deve calcar o nada,
lembrar um verbo
Verbalizar - acionar as palavras
Ventania no outono
canta a dança das folhas secas.
Secou sua pele?
Marcaram as lágrimas?
Porque marca seu choro no ócio
da idade..
ociosidade? 
 
Face estranha
procure no bolso o objeto
de suas ações.
Eu saltei a margem;
cai no córrego.
numa bandeja deliciosa; 

Se fossem oferendas a Baco
seriam todas sacrificadas
-é mentira.
sacrifício
suspiro
 
Persuasão estranha
Se eu fosse um pássaro,
jamais posaria para os restos
para comer na mão dos homens
A sobra
E voaria ágil planando raso sob suas cabeças
e sombreando então seus corpos
E seria a carona dos sonhos
com violetas claras e escuras,
Que brotariam nas imagens
de todos (ex) Empire-States 
que habitam essa megavida
 
Se eu fosse um pássaro,
não seria um pássaro - 
seria um homem que voa,
pois dançaria com as folhas secas, durante ventania de outono.
Durante toda estação.
Durante todas estações - 
não sentiria frio não sentiria calor
porque não,
porque não quereria,
mesmo que fosse 
contra-preceito.
A ordem seria outra.

Situação estranha
brincar com o vento com o martelo que cala
brincar com crianças
com Baco, e deusas, deuses.
Dão-se a cantar,
dançar
como pássaro
é brincar com nada ao mesmo tempo
É continuar na busca, sem trégua
Para não cair no abismo abissal abismal!
 
 
 
<strong>SEM JEITO</strong>
 
Cada jeito sem jeito 
que fico...
Torna-me parede deste mundo.
Queria estar desarmado
pleno para sua lua
 
Cada jeito sem jeito 
que encontro
Não torno a achar
Acho que minha índole dispersa
seu falar, dirige sem movimento!
Movimentaria suas rubricas, suas entranhas
Trocaria as pontas! pedindo as contas
Ouviria o ar!
 
cada jeito sem jeito
que fico;
fico mais pensador.
Que tanto elucubro
e nada descubro.
Descobrir-se-iam as fendas mágicas?
...com som encantado.
Ah, se assim fosse.
Bastaria uma piscadela ou um tocar.
Tocaria a alma no escuro do glamour?
Seria um servente
serviria
de minha própria existência.
 
Cada jeito sem jeito
que fico...
Torna meu credo mais imperfeito
minha lembrança quimera
fosse meu doce deslumbre
Cada linha um cortejo
um contorno perfeito de passado.
E o gole: uma beleza maltratada
de violeta enraizada.
 
Ah, suspiro autêntico malfadado
de punhos fechados
Fecharia meu abraço no desejo,
carne malhada...
 
cada jeito sem jeito 
que fico...
Torna-me metafórico,
Aéreo
Róseo
Branco
Que vicia no desdém;
Fatiga o mal querer.
...bem-me-quer...mal-me-quer...
Qual será sua sugestão
Invadir ou prevenir?
 
Cada jeito sem jeito
que fico...
Torna-me um primata
Ausente, obscuro e fiel
fidelidade em meus desenhos
melindrosos
 
E cada jeito sem jeito 
que fico..
torno-me desse jeito
sem jeito
sem graça. 
 
 
 

</pre>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Do tarot ao mestrado</title>
		<link>https://ricardonash.com.br/do-tarot-ao-mestrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Nash]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2019 16:57:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[mestrado]]></category>
		<category><![CDATA[olho caos]]></category>
		<category><![CDATA[performance]]></category>
		<category><![CDATA[ricardo nash]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ricardonash.com.br/?p=546</guid>

					<description><![CDATA[Certa vez, a única em minha vida &#8211; devia ser 1996, possivelmente &#8211; fui me consultar com uma Taróloga. Foi muito interessante a consulta e uma das coisas que ela falou foi que, se eu quisesse ser ator, eu teria que estudar muito. Algo que me parecia óbvio, e rapidamente, eu respondi: &#8220;Mas eu estudo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Certa vez, a única em minha vida &#8211; devia ser 1996, possivelmente &#8211; fui me consultar com uma Taróloga. Foi muito interessante a consulta e uma das coisas que ela falou foi que, se eu quisesse ser ator, eu teria que estudar muito. Algo que me parecia óbvio, e rapidamente, eu respondi: &#8220;Mas eu estudo, faço a escola técnica Célia Helena&#8221;. Então ela disse: &#8220;Não, você terá de ir além, terá de se aprofundar nos estudos&#8221;. </p>



<p>Naquele momento não estava muito claro que tanto estudo aprofundado eu deveria fazer. Os anos foram passando e sem que eu ‘propositalmente’ seguisse o conselho da taróloga, estava na trilha dos estudos. Saltamos agora pra 2003, quando eu já tinha terminado o Célia Helena (em 1997) e me tornado ator profissional. Já estava trabalhando no mercado teatral e tudo mais. Nos estudos, terminei a faculdade de Comunicação das Artes do Corpo (PUC/SP) e, paralelamente, já estava avançando para o segundo ou terceiro ano no conservatório em viola caipira na EMESP (antiga ULM). Pra mim já estava claro que a necessidade de estudar tinha também ligação com minha atividade pedagógica, já que comecei a dar aulas desde sempre &#8211; ainda no terceiro semestre enquanto aluno na escola técnica de teatro, já era um jovem professor, atividade que sempre tive paralelo aos trabalhos práticos como ator e músico.&nbsp;</p>



<p>Desde antes do início da faculdade, meu interesse pelo corpo humano era enorme, tanto na área da saúde, quando na área artística, da expressão do corpo e suas possibilidades estéticas na cena.</p>



<p>Desde criança estudava música, e naquele momento que estava no conservatório musical, em mim pulsava muito o interesse latente em cruzar o conhecimentos da música com o do teatro para pesquisar a relação do corpo e seus atravessamentos em cena, como um agente/agenciador dos acontecimentos e ações. Então, entrei na pós graduação para pesquisar essas relações e cruzamentos de linguagens. O processo de pesquisa &#8211; que de lá pra cá nunca terminou &#8211; foi incrível. </p>



<p>Em 2006, fiz a defesa para a banca, que foi, de fato, uma apresentação performática no Teatro Oficina. Tive a honra de ter na plateia o grande Bóris Shnaiderman. Os professores examinadores foram Jerusa Pires (PUC), Rogério Costa (USP) e o Silvio Ferraz, meu orientador, que era da PUC e UNICAMP e agora está na USP. Eles ficaram muito contentes com a experiência de fazerem a banca fora de ambiente acadêmico, e especialmente naquele espaço concebido por Lina Bo Bardi, arquiteta&nbsp;magistral. E lá eles estavam, no Teatro Oficina, para assistirem a defesa de minha dissertação de mestrado: a performance Olho Caos, com participação dos artistas maravilhosos: Auro Porto (Performer-Corpo), Irene Selke (concepção de iluminação), Fernando Coimbra (vídeo-arte), Dipa (técnico de som) e eu 🙃(Performer-Voz).</p>



<p>Como resultados práticos dessa pesquisa, temos, além da performance, trabalhos como &#8220;<a href="https://ricardonash.com.br/danca-viola-2/">Dança Viola</a>&#8221; e &#8220;<a href="https://ricardonash.com.br/modaaterra/">Moda à Terra</a>&#8220;.</p>



<p>Veja abaixo a performance &#8220;Olho Caos&#8221; completa:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Olho Caos" width="1333" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/nmV9p_U063E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><a href="https://ricardonash.com.br/tese-de-mestrado-musica-em-cena/">E clique aqui para baixar a tese de mestrado completa, em PDF</a> ou acesse também pela <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Biblioteca da PUC (abre num novo separador)" href="https://aleph50023.pucsp.br/F/BMC8IKDEY6AYG7Y5EE651BHQBF9Q9QXE7EMFVT4F9TJ5CL9MFN-31042?func=full-set-set&amp;set_number=018542&amp;set_entry=000001&amp;format=999" target="_blank">Biblioteca da PUC</a>.</p>



<p>Título: <strong>Música e(m) Cena: processo de criação em mídias diversas</strong></p>



<p>Resumo:</p>



<p><em>Música e cena sempre se correlacionaram. Ao longo da história, foram desenvolvidas diversas formas de relacioná-los. Com o intuito de entender os princípios que motivaram o desenvolvimento entre os componentes musicais e cênicos, essa dissertação de mestrado tem por objetivo pesquisar essa forma de relação como um processo híbrido de criação atualmente implicado nas mais diversas mídias. O que se pretende com isso é entender os modos de relação do som com os elementos dramáticos: o texto falado ou cantado, ou mesmo a trilha sonora, e o corpo (gesto, iluminação, espaço e outros mecanismos de captação e registro). O trabalho apresenta um histórico detalhado das formas de relação entre as duas linguagens (o texto e o som) bem como outros elementos que possam concorrer à cena. As bases conceituais empregadas para tal leitura foram tomadas de Gilles Deleuze, Paul Zumthor e Haroldo de Campos. Desses autores, alguns conceitos são fundamentais: de Deleuze, os conceitos de ritornelo e devir, de Zumthor, os estudos de oralidade e as relações entre voz cantada, voz falada e a presença do corpo no acontecimento performático; e de Campos, o conceito de tradução.</em></p>



<p><em>A dissertação apresenta-se em duas partes, com dois capítulos cada uma. A primeira traz um mapeamento da relação entre as duas linguagens, desde seus primórdios até as decorrências mais recentes trazidas pelas novas mídias. A segunda parte estuda dois casos de relação entre a criação sonora e a criação cênica, focalizando, sobretudo, o processo de criação em mídias distintas que apresenta o corpo como o elemento de acoplamento das camadas visuais e sonoras. Junto ao texto teórico e analítico, há dois registros em mídia digital, dos dois trabalhos analisados disponibilizados em formato completo no site: </em><a rel="noreferrer noopener" href="http://www.myspace.com/ricardonash" target="_blank"><em>www.myspace.com/ricardonash</em></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Eterno aprendizado com Ilo Krugli</title>
		<link>https://ricardonash.com.br/eterno-aprendizado-com-ilo-krugli/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Nash]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2019 20:13:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro e Multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[Ilo Krugli]]></category>
		<category><![CDATA[infanto-juvenil]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
		<category><![CDATA[ventoforte]]></category>
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					<description><![CDATA[O teatro perdeu Ilo Krugli. Esse texto é uma homenagem a ele e ao grupo Ventoforte. Se não me engano, em meados de 2008 fui parar no Teatro Ventoforte para um ensaio pontual que estava a fazer ali naquele espaço que mais parecia um sítio perdido no meio do Itaim Bibi/SP que qualquer teatro que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O teatro perdeu Ilo Krugli. Esse texto é uma homenagem a ele e ao grupo Ventoforte.</p>



<p>Se não me engano, em meados de 2008 fui parar no Teatro Ventoforte para um ensaio pontual que estava a fazer ali naquele espaço que mais parecia um sítio perdido no meio do Itaim Bibi/SP que qualquer teatro que eu pudesse pensar. E este ensaio, motivo que me levara para lá, não tinha propriamente nenhuma ligação com o grupo de teatro do&nbsp;artista plástico, diretor, poeta, ator e mestre Ilo Krugli, que era a companhia do Teatro Ventoforte.&nbsp;</p>



<p>No entanto, acabei conhecendo Dinho Lima Flor, ator de longa data da companhia, que ficou entusiasmado com minha presença. Logo que descobriu que além de ator, eu também cantava e tinha habilidades com instrumentos musicais, rapidamente me apresentou ao Ilo, que me disse: &#8220;Ah sim, que bom que toca flauta transversal e que também toca viola caipira e violão…estamos precisando de um ‘cachorro&#8217; com estas qualidades”. E, mal eu podia imaginar naquele momento que eu seria sim: um Cachorro Policial em o &#8216;Mistério do Fundo do Pote&#8217;, minha estréia no grupo teatro Ventoforte!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Documentário do Festival de Teatro Ventoforte - Acre - parte 4" width="1333" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/lxUTru66eJU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Depois, na sequência, para minha alegria, fui convidado pelo Ilo para fazer ‘Leonardo’, em Bodas de Sangue, de Garcia Lorca, substituindo Marcello Airoldi, ator excepcional e que ficou por muitos anos no Ventoforte. Tive ai um momento de bastante tensão para que eu não decepcionasse Ilo e que pudesse fazer uma atuação à altura do artista que estaria substituindo, além da responsabilidade de contracenar com Lilian de Lima, atriz de enorme envergadura. Neste pacote também recebi a missão de substituir este mesmo ator em ’Se o Mundo Fosse Bom o Dono Morava Nele’, escrito por Ilo a partir de obra de Ariano Suassuna. Foi demais fazer este espetáculo! </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="teatro ventoforte - cancioneiro do ventoforte 35 anos" width="1333" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/_Pcnc_FLDCU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>A partir daí participei de todos os espetáculos que entravam no cronograma da companhia. Foram quase 5 anos de muito Ventoforte. E fui Fazendeiro-vilão, Corpo de centopéia, Macaco, Cavalo-cavaleiro, Capitão de Nau, Deus, Mendigo, Cego, instrumentista, flautista, violeiro ator-brincante, cantor-cantante, Rei-Mago, Aranha, Roda-moinho, Catavento, Ferreiro, Professor&#8230; e mais, muito mais! Porque a imaginação não deve ter limites, e a do Ilo era infinita como deve ser &#8211; e que só os grandes mestres poetas têm! </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Teatro VENTOFORTE 35 ANOS - O Mistério do Pote ou Como Nasceu a Fome" width="1333" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/IRZvRtyXzg0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Com Ilo Krugli aprendi muito. Aprendi que se pode e deve brincar sempre em cena, imaginar, compartilhar os afetos com a plateia, dançar, cantar para e com a platéia, imaginar muito, divertir-se, não sofrer com ‘erros’, ‘falhas’, aproveitar tudo o que vêm da platéia, improvisar, se perder e se achar em cena, ser menos metódico e ‘cricri’ e tantos outros aprendizados que estou levando a vida a aprender!!!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Teatro Ventoforte apresenta Bodas de Sangue - Cariri" width="1778" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/53yCP23Sh7M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Abaixo, alguns momentos com Ilo Krugli:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/misterio-domingo-199-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-1326" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/misterio-domingo-199-1024x768.jpg 1024w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/misterio-domingo-199-300x225.jpg 300w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/misterio-domingo-199-768x576.jpg 768w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/misterio-domingo-199-1536x1152.jpg 1536w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/misterio-domingo-199-2048x1536.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Adhê, eu, Ilo e Lizete Negreiros</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/as-4-chaves-estreia-035-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-1318" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/as-4-chaves-estreia-035-1024x768.jpg 1024w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/as-4-chaves-estreia-035-300x225.jpg 300w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/as-4-chaves-estreia-035-768x576.jpg 768w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/as-4-chaves-estreia-035-1536x1152.jpg 1536w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/as-4-chaves-estreia-035-2048x1536.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Estreia do espetáculo &#8220;As 4 Chaves&#8221;</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/centopeia-e-o-cavaleiro_ricardo-nash-ilo-krugli-rodrigo-mercadante-uira-iracema-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-1319" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/centopeia-e-o-cavaleiro_ricardo-nash-ilo-krugli-rodrigo-mercadante-uira-iracema-768x1024.jpg 768w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/centopeia-e-o-cavaleiro_ricardo-nash-ilo-krugli-rodrigo-mercadante-uira-iracema-225x300.jpg 225w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/centopeia-e-o-cavaleiro_ricardo-nash-ilo-krugli-rodrigo-mercadante-uira-iracema-1152x1536.jpg 1152w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/centopeia-e-o-cavaleiro_ricardo-nash-ilo-krugli-rodrigo-mercadante-uira-iracema.jpg 1224w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption>&#8220;A Centopeia e o Cavaleiro&#8221;: eu, Ilo Krugli, Rodrigo Mercadante e Uirá Iracema</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="600" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/bodas-2.jpg" alt="" class="wp-image-1320" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/bodas-2.jpg 800w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/bodas-2-300x225.jpg 300w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/bodas-2-768x576.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption>&#8220;Bodas&#8221; com Karen Menatti</figcaption></figure>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hamlet</title>
		<link>https://ricardonash.com.br/hamlet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Nash]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 18:22:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro e Multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[hamlet]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[montagem]]></category>
		<category><![CDATA[SESC]]></category>
		<category><![CDATA[SESC Vila Mariana]]></category>
		<category><![CDATA[Shakespeare]]></category>
		<category><![CDATA[Thiago Lacerda]]></category>
		<category><![CDATA[tradução]]></category>
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					<description><![CDATA[Tivemos a deliciosa tarefa de realizar a leitura dramática de &#8220;Hamlet&#8221;, de Shakespeare, no SESC Vila Mariana. Foi também o lançamento de uma tradução feita por Ron Daniels e Marcos Daud publicada pelo SESC. A obra traz na íntegra o texto de cena da montagem de 2012, da qual participei e participo do elenco como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tivemos a deliciosa tarefa de realizar a leitura dramática de &#8220;Hamlet&#8221;, de Shakespeare, no SESC Vila Mariana. Foi também o lançamento de uma tradução feita por Ron Daniels e Marcos Daud publicada pelo SESC. A obra traz na íntegra o texto de cena da montagem de 2012, da qual participei e participo do elenco como ator e que estreou no Tuca) &#8211; depois, o espetáculo rodou em algumas capitais do país.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://www.instagram.com/p/B1_8EBqnCqr/" target="_blank" rel="https://www.instagram.com/p/B1_8EBqnCqr/ noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="383" height="474" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Hamlet.jpg" alt="" class="wp-image-1316" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Hamlet.jpg 383w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Hamlet-242x300.jpg 242w" sizes="(max-width: 383px) 100vw, 383px" /></a></figure>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Manhãs</title>
		<link>https://ricardonash.com.br/manhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Nash]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Aug 2019 12:16:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro e Multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[Almada Negreiros]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[manhãs]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[poeta]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ricardo nash]]></category>
		<category><![CDATA[trilha sonora]]></category>
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					<description><![CDATA[“Manhãs” é um espetáculo de dança-teatro (ou teatro-dança) criado a partir do poema “As Quatro Manhãs”, do poeta português Almada Negreiros (1893-1970) – contemporâneo de Fernando Pessoa. "O meu sonho é bem melhor do que no programaque hoje o destino me dá!Eu sempre sonhei com ser Eumas não como me vejo no filme,nem como me [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Manhãs (fragamento I), Funarte - set/2015" width="1778" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/19G-JwyAR80?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>“Manhãs” é um espetáculo de dança-teatro (ou teatro-dança) criado a partir do poema “As Quatro Manhãs”, do poeta português Almada Negreiros (1893-1970) – contemporâneo de Fernando Pessoa.</p>



<pre class="wp-block-verse">"O meu sonho é bem melhor do que no programa<br>que hoje o destino me dá!<br>Eu sempre sonhei com ser Eu<br>mas não como me vejo no filme,<br>nem como me olho no espelho,<br>nem como me oiço no disco,<br>nem como digo na rádio!<br><br> Quem alterou o espelho?<br>quem falsificou o disco?<br>quem torceu o enredo?<br>quem mentiu a minha voz?<br>Eu não aqueci quimeras<br>nem preguicei fantasias<br>nem rabisquei confusões,<br>nada que não fosse eu<br>e dignidade”  <br><br> Almada Negreiros </pre>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-3 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-id="1102" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IMG_5885.jpg" alt="" class="wp-image-1102"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-id="1101" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IMG_5900.jpg" alt="" class="wp-image-1101"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-id="1100" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IMG_5877.jpg" alt="" class="wp-image-1100"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-id="1099" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IMG_5792.jpg" alt="" class="wp-image-1099"/></figure>
</figure>



<p>A existência. Viver dentro de um mundo já padronizado,
todo dominado; a luta por ser;&nbsp;o sonho e a realidade juntos e
separados;&nbsp;quem sou, quem fui, quem serei, o que sou,&nbsp;os caminhos, a
colonização, o saber, o não-saber,&nbsp;a exploração, o instante
presente,&nbsp;o passado-futuro são temas abordados por&nbsp;Almada Negreiros,
que estes artistas pesquisam e levam à&nbsp;cena&nbsp;com sensibilidade
e&nbsp;beleza &#8211; sem abandonar o tom&nbsp;provocativo e questionador imanente à
obra do poeta.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A cena prima pela simplicidade no espaço, sem cenários,
focando no movimento cênico dos intérpretes.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Concepção e processo compartilhado</strong></h2>



<p>A concepção das coreografias é realizada a partir da
tradução sensorial&nbsp;das palavras e imagens poéticas, versos em
movimento&nbsp;de forma a se compor partituras físicas.&nbsp;</p>



<p>Nosso estudo técnico parte do mapeamento ósseo e suas
relações entre peso, vetores de força, e as distintas dinâmicas deste diálogo.</p>



<p>Noções como aleatorismo e
temporalidade,&nbsp;repetição (e diferença), subjetivismo, ossatura, eixo,
pele, respiração, transpiração, visualização imagética, são algumas das ideias
que permeiam a concepção.&nbsp;</p>



<p>A trilha musical tem um sabor especial no que tange o conceito geral da concepção deste trabalho: o aleatorismo. É uma música que não serve diretamente de ilustração ou sustentação dos gestos na criação dos movimentos, sendo, então, um elemento surpresa à cena para os performers, que entram em contato com a música apenas no momento da apresentação. Busca-se assim que o acaso de cada instante, que o encontro de movimento e som, estejam presentes na composição do espetáculo:&nbsp;um ritmo inesperado, dinâmico, com frescor e potência do novo, do aqui e agora ecoando presentificado no corpo do intérprete.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-id="1098" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IMG_5909.jpg" alt="" class="wp-image-1098"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="2560" height="1707" data-id="1096" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IMG_5601-scaled.jpg" alt="" class="wp-image-1096" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IMG_5601-scaled.jpg 2560w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IMG_5601-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="2560" height="1707" data-id="1097" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IMG_5826-scaled.jpg" alt="" class="wp-image-1097" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IMG_5826-scaled.jpg 2560w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IMG_5826-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></figure>
</figure>



<p>A origem do conceito deste trabalho tem duas raízes complementares: os estudos da graduação em Comunicação das Artes do Corpo, PUCSP (1999-2003) e a pesquisa de mestrado onde um dos estudos de caso focou na aleatoriedade com a performance &#8220;<a href="https://ricardonash.com.br/do-tarot-ao-mestrado/">Olho Caos</a>&#8220;, apresentada no Teatro Oficina (2006).</p>



<p>Este espetáculo foi composto&nbsp;e apresentado na
Funarte em setembro de 2015 dentro do evento “Noites Inquietas”, na sala – e em
homenagem a dançarina moderna – René Gumiel.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>À René Gumiel</strong></h2>



<p>Tive a oportunidade de encontrá-la algumas vezes pessoalmente. Acompanhei seus últimos dias por aqui na Terra. Lembro-me da presença em cena, mágica, ocupando como ninguém todo o espaço entre as galerias flutuantes do Teatro Oficina. De repente soube acamada por uma queda, esses acidentes triviais que podem nos acontecer a qualquer momento e fui visitá-la em casa com sua discípula, a atriz Sylvia Prado. Dias depois havia sido encaminhada pro hospital, e, sem demora, partiu&#8230; Acontecimento doloroso e incompreensível, para uma mulher que exalava eternidade e que, quando perguntada sobre sua idade respondia em tom ironicamente profundo: “Trrês milll años” (dizia ela em seu&nbsp;português cheio de sotaque). Além das memórias, há muito de você espalhado por nossas casas – esse desenho que nos representa, fotos e a opulenta poltrona, onde tomava sua taça diária de vinho e fumava pausadamente seu cigarro. Passo horas a seu lado. Sim, sinto sua presença observadora enquanto medito, reflito, imagino e ajo na busca cotidiana do along AR.</p>



<p><strong>Ficha Técnica</strong></p>



<p>Concepção e trilha musical: Ricardo Nash<br>Intérpretes-criadores: Camila Mota, Ricardo Nash, Rodrigo Andreolli, Sylvia Prado<br>Iluminação: Greta Liz<br>Vídeo: Igor Marotti</p>



<p>Fotos: Rai Nóbrega</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Espetáculo O Natimorto, de Lourenço Mutarelli</title>
		<link>https://ricardonash.com.br/nova-temporada-de-o-natimorto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Nash]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2019 12:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro e Multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[cia do piolho]]></category>
		<category><![CDATA[direção]]></category>
		<category><![CDATA[espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[Lourenço Mutarelli]]></category>
		<category><![CDATA[O Natimorto]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;O Natimorto&#8221; nos palcos paulistanos: Em 2015, comecei a ministrar o curso ‘Ritmo Cênico: corporalidades e musicalidades diversas’, no teatro Oficina. Curso este resultado de uma série de investigações envolvendo corpo, som, e movimento, desenvolvidos inicialmente durante a escrita da dissertação de mestrado &#8211; que a qualquer hora falo mais por aqui. Em síntese, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>&#8220;O Natimorto&#8221; nos palcos paulistanos:</p>



<p>Em 2015, comecei a ministrar o curso ‘<a href="https://ricardonash.com.br/formacao/">Ritmo Cênico: corporalidades e musicalidades diversas’</a>, no teatro Oficina. Curso este resultado de uma série de investigações envolvendo corpo, som, e movimento, desenvolvidos inicialmente durante a escrita da dissertação de mestrado &#8211; que a qualquer hora falo mais por aqui. Em síntese, a corporeidade e o ritmo são ideias centrais associados à experiência empírica por meio de jogos, técnicas, improvisações com foco de pesquisa na inter-relação das linguagens do teatro, da dança, da música, e da performance.&nbsp;</p>



<p>Foi ainda como professor de Jefferson Reis, Rai Nóbrega, Mauriene Maná e Galdino Gal, fundadores da Cia do Piolho, que recebi o convite para dirigir o espetáculo &#8220;O Natimorto&#8221;, de Lourenço Mutarelli. Faríamos assim a segunda montagem desta obra no teatro &#8211; a primeira fora do diretor Mário Bortolotto, anos atrás.</p>



<p>Quando veio o convite já estavam há algum tempo adaptando a obra, trabalho de dramaturgismo exaustivo que tiveram &#8211; a partir da provocação da direção &#8211; também depois durante todo nosso processo de montagem para levantamento das cenas. E que processo! Longo: quatro anos e seguimos ainda ensaiando e atualizando nossa montagem. No início seria apenas uma supervisão cênica, mas, aos poucos o processo foi se complexificando até que eu assumi a direção geral, concepção e música do projeto.</p>



<p>Foi um belo encontro. Os ‘piolhos’ em formação se identificavam muito com a linguagem que estávamos estudando e com os elementos pesquisados no curso; e identificaram que estes elementos estavam totalmente conectados com o foco de trabalho e vontades que eles já estavam buscando.</p>



<p>Para mim este convite foi uma surpresa intensa e uma excelente oportunidade para colocar em prática pensamentos que estavam ‘coçando’ a cuca, ou melhor, o corpo, e que eu vinha desenvolvendo nas aulas e em alguns trabalhos, como &#8220;<a href="https://ricardonash.com.br/manhas/">Manhãs</a>&#8220;, apresentado na Funarte. Então, montar &#8220;O Natimorto&#8221; ampliou mais ainda a envergadura de possibilidades que os conceitos abordados no curso tem para prática da criação cênica.&nbsp;</p>



<p>Apresentar este espetáculo nos dias de hoje, principalmente no momento político que estamos vivendo, é fundamental. Ele permite reflexões profundas sobre temas e questões pertinentes à nossa sociedade e cultura.&nbsp;</p>



<p>“E ninguém mais me internará como se o que eu sofro fosse loucura, é de humanidade que sofro”</p>



<p></p>



<p></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" data-id="1353" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8768-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-1353" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8768-819x1024.jpg 819w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8768-240x300.jpg 240w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8768-768x960.jpg 768w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8768.jpg 1189w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" data-id="1357" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8766-2-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-1357" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8766-2-683x1024.jpg 683w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8766-2-200x300.jpg 200w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8766-2-768x1152.jpg 768w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8766-2-1024x1536.jpg 1024w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8766-2.jpg 1190w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="1355" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8604-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1355" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8604-1024x683.jpg 1024w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8604-300x200.jpg 300w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8604-768x512.jpg 768w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8604-1536x1025.jpg 1536w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8604.jpg 1802w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="1356" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8603-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1356" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8603-1024x683.jpg 1024w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8603-300x200.jpg 300w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8603-768x512.jpg 768w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8603-1536x1024.jpg 1536w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8603-2048x1366.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="1352" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8395-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1352" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8395-1024x683.jpg 1024w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8395-300x200.jpg 300w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8395-768x512.jpg 768w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8395.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="1354" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8394-copia-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1354" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8394-copia-1024x683.jpg 1024w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8394-copia-300x200.jpg 300w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8394-copia-768x512.jpg 768w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8394-copia-1536x1024.jpg 1536w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/IMG_8394-copia.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Clipe de &#8220;Tô Tranquilo&#8221; &#8211; lançamento</title>
		<link>https://ricardonash.com.br/clipe-de-to-tranquilo-lancamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Nash]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2019 12:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[clipe]]></category>
		<category><![CDATA[itália]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[santo menino vagabundo]]></category>
		<category><![CDATA[tô tranquilo]]></category>
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					<description><![CDATA[Quase desisti deste clipe pelas dificuldades de produzir um trabalho fora do Brasil sem ter uma estrutura ideal que desse conta de tudo. Também houve uma certa dificuldade de comunicação no processo de apresentar á diretora (italiana) a questão central (estética-filosófica) que norteia (norteava) o roteiro. Quando recebi o filme pronto, depois de algumas refações, num primeiro momento não fiquei satisfeito com o resultado... mas aí eu já estava aqui no Brasil, ela (o editor e toda a equipe) na Itália e sem chances de voltar e refilmar algumas partes. Resumindo: minha insatisfação inicial me fez praticamente desistir deste clipe, desistir de lançá-lo e apresentar ao público]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quase desisti deste clipe pelas dificuldades de produzir um trabalho fora do Brasil sem ter uma estrutura ideal que desse conta de tudo. Também houve uma certa dificuldade de comunicação no processo de apresentar á diretora (italiana) a questão central (estética-filosófica) que norteia (norteava) o roteiro. Quando recebi o filme pronto, depois de algumas refações, num primeiro momento não fiquei satisfeito com o resultado&#8230; mas aí eu já estava aqui no Brasil, ela (o editor e toda a equipe) na Itália e sem chances de voltar e refilmar algumas partes. <strong>Resumindo</strong>: minha insatisfação inicial me fez praticamente desistir deste clipe, desistir de lançá-lo e apresentar ao público.</p>



<p>Depois de um bom tempo, parei e resolvi assistir novamente. O tempo se transforma a cada instante e, como ele, resolvi mudar meu ponto de vista.&nbsp;</p>



<p>Ainda assim foi muita rica a experiencia de filmar na Itália, em locações diversas: em ruas de Roma, num estúdio, e também na praia&#8230; isso eu só tenho a agradecer! Em passos de formiga&#8230;dois pra frente e um pra trás, mas seguindo sempre!</p>



<p>Veja o resultado final do clipe de &#8220;Tô Tranquilo&#8221;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="&quot;Tô Tranquilo&quot; - Ricardo Nash" width="1778" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/lO7YNs2FeuU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen title=""Tô Tranquilo" - Ricardo Nash"></iframe>
</div></figure>



<p><strong>&#8220;Tô Tranquilo&#8221;</strong><br>Faixa do álbum <a href="https://ricardonash.com.br/santo-menino-vagabundo/" data-type="URL" data-id="https://ricardonash.com.br/santo-menino-vagabundo/">Santo Menino Vagabundo</a><strong><br>Música:</strong> Marco Piantan e Ricardo Nash <br><strong>Direção Geral:</strong> Marie Loche <br><strong>Roteiro:</strong> Ricardo Nash <br><strong>Figurino:</strong> Isa Maria </p>



<p>E como forma de recompensa pela &#8220;demora&#8221;, resolvi publicar também boa parte do material de making of. Abaixo tem fotos das três locações do vídeo:</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-5 is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image"><a href="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_1404.jpg"><img decoding="async" data-id="418" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_1409-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-418"/></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_1276-e1565118296935-scaled.jpg"><img decoding="async" data-id="417" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_1404-769x1024.jpg" alt="" class="wp-image-417"/></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_1166-e1565118329314-scaled.jpg"><img decoding="async" data-id="416" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_1276-e1565118296935-769x1024.jpg" alt="" class="wp-image-416"/></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0803.jpg"><img decoding="async" data-id="415" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_1166-e1565118329314-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-415"/></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0048-e1565118983331-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="410" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0048-e1565118983331-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-410" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0048-e1565118983331-768x1024.jpg 768w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0048-e1565118983331-225x300.jpg 225w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0048-e1565118983331-1152x1536.jpg 1152w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0048-e1565118983331-1536x2048.jpg 1536w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0048-e1565118983331-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0259-e1565118934372-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="411" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0259-e1565118934372-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-411" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0259-e1565118934372-768x1024.jpg 768w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0259-e1565118934372-225x300.jpg 225w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0259-e1565118934372-1152x1536.jpg 1152w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0259-e1565118934372-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0356-e1565118750817-768x1024.jpg"><img decoding="async" data-id="412" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0356-e1565118750817-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-412"/></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0356-e1565118750817-scaled.jpg"><img decoding="async" data-id="413" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0478-e1565118406395-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-413"/></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0478-e1565118406395-scaled.jpg"><img decoding="async" data-id="414" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_0803-576x1024.jpg" alt="" class="wp-image-414"/></a></figure>
</figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Turnê na Espanha – 2017</title>
		<link>https://ricardonash.com.br/turne-na-espanha-2017/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Nash]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 16:51:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Almeria]]></category>
		<category><![CDATA[Barcelona]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Madrid]]></category>
		<category><![CDATA[ricardo nash]]></category>
		<category><![CDATA[santo menino vagabundo]]></category>
		<category><![CDATA[tour]]></category>
		<category><![CDATA[turnê]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ricardonash.com.br/?p=379</guid>

					<description><![CDATA[Em novembro de 2017, tivemos uma conquista importante: divulgar o repertório do álbum Santo Menino Vagabundo na Espanha. Foram três shows em Madrid, Barcelona e Almería dentro de um projeto chamado “El Invitado Soy Yo”, da produtora brasileira Tábata Zeronian. Tenho na recordação uma ótima sensação, deliciosa memória ao lado dos parceiros Wilson Feitosa e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em novembro de 2017, tivemos uma conquista importante: divulgar o repertório do álbum <em>Santo Menino Vagabundo</em> na Espanha. Foram três shows em Madrid, Barcelona e Almería dentro de um projeto chamado “El Invitado Soy Yo”, da produtora brasileira Tábata Zeronian.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Making Of: TURNE ESPANHA RICARDO NASH" width="1778" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/H9HXKF7UIJw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">Ricardo Nash e Tabata Zeronian<br></figcaption></figure>



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<figure class="wp-block-image"><a href="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_2978-2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" data-id="397" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_2978-2-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-397" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_2978-2-1024x768.jpg 1024w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_2978-2-300x225.jpg 300w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_2978-2-768x576.jpg 768w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_2978-2.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_3002.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" data-id="398" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_3002-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-398" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_3002-1024x768.jpg 1024w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_3002-300x225.jpg 300w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_3002-768x576.jpg 768w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_3002.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_3007.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" data-id="399" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_3007-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-399" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_3007-1024x768.jpg 1024w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_3007-300x225.jpg 300w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_3007-768x576.jpg 768w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_3007.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_3014.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" data-id="400" src="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_3014-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-400" srcset="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_3014-1024x768.jpg 1024w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_3014-300x225.jpg 300w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_3014-768x576.jpg 768w, https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2019/07/IMG_3014.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
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<p>Tenho na recordação uma ótima sensação, deliciosa memória ao lado dos parceiros Wilson Feitosa e Jorge Peña, que toparam a aventura comigo. Foi tudo muito intenso e rápido. Nem posso dizer que conheci as cidades por onde passei, não tive muito tempo pra nada. Ensaiamos por lá, em Madri. E, em Barcelona, tomei um dia inteiro com várias entrevistas &#8211; por sinal, bem bacanas. Não sobrava tempo! E, depois de cada show já partíamos para a próxima cidade.</p>



<p>Posso dizer que fui – que fomos – muitíssimo bem recebidos pelo público que nos assistiu.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Ricardo Nash - Samba de Colo - Café Berlín" width="1778" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/P15gwW4ddEE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">Nesse show tivemos a participação super especial do músico Rogério de Souza na cuíca</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Uma Travesia" width="1778" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/NUaldw2O0hk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>E a viagem não rendeu apenas os shows! Fomos até a Itália para gravar um clipe, que chega aqui no site na próxima semana (7/8). Fique ligad@!</p>
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