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	<title>olho caos &#8211; Ricardo Nash</title>
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	<title>olho caos &#8211; Ricardo Nash</title>
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		<title>Manifesto pelo Corpo &#8211; Olho Caos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[producaoricnash]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2019 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Este artigo trata a construção do texto poético-filosófico Manifesto pelo Corpo, que faz parte da performance Olho Caos criada especialmente como estudo prático da pesquisa de mestrado, orientada pelo músico e filósofo Silvio Ferraz. Olho Caos foi apresentada na defesa da tese Música em(Cena): processo de criação em mídias diversas realizada no Teatro Oficina, em [&#8230;]]]></description>
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<p></p>



<p></p>



<p>Este artigo trata a construção do texto poético-filosófico <em>Manifesto pelo Corpo</em>, que faz parte da performance <em>Olho Caos</em> criada especialmente como estudo prático da pesquisa de mestrado, orientada pelo músico e filósofo Silvio Ferraz. <em>Olho Caos</em> foi apresentada na defesa da tese <em>Música em(Cena): processo de criação em mídias diversas </em>realizada no Teatro Oficina, em Outubro de 2006, para a banca composta por Jerusa Pires (PUC/SP), Rogério Costa (USP) e Silvio Ferraz (USP). </p>



<p>A tese foi desenvolvida no programa de Pós-graduação em Comunicação e Semiótica da PUC/SP. Neste artigo não me ocuparei em detalhar a performance <em>Olho Caos</em>, mas apenas em apresentar um de seus elementos, o texto poético filosófico: <em>Manifesto pelo Corpo</em>, que aqui será apresentado na íntegra. Como metodologia o trabalho aborda alguns pensamentos que envolvem a criação textual e o potencial cênico: a colagem de fragmentos, o jogo metalingüístico, a construção geométrica, a reiteração de figuras, tendo a base teórica tomada, principalmente, de Gilles Deleuze, Paul Zumthor e Renato Cohen. Desses autores, alguns conceitos são fundamentais: de Deleuze, os conceitos de ritornelo e devir, de Zumthor, os estudos de oralidade e de Cohen, as pesquisas sobre performance.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Olho Caos" width="1333" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/nmV9p_U063E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">Performance Olho Caos, foi apresentada no Teatro Oficina em set./2006, como parte da defesa da dissertação de mestrado: &#8220;Música Em(cena): processo de criação em mídias diversas&#8221;, de Ricardo Nash, orientada por Silvio Ferraz. Olho Caos é o capítulo IV da tese, onde o autor apresenta os modos de construção performática do trabalho registrado em vídeo</figcaption></figure>



<div style="height:33px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-center"><strong>Manifesto pelo Corpo: afeto e linguagem &#8211; poro, passagem &amp; catálise</strong></p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview" hidden class="wp-block-file__embed" data="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Manifesto-pelo-Corpo-poro-passagem-e-catalise-afeto-e-linguagem.docx.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de Manifesto-pelo-Corpo-poro-passagem-e-catalise-afeto-e-linguagem&lt;br&gt;."></object><a id="wp-block-file--media-877ea98e-6fae-42ed-a0eb-44a9bab4749e" href="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Manifesto-pelo-Corpo-poro-passagem-e-catalise-afeto-e-linguagem.docx.pdf">Manifesto-pelo-Corpo-poro-passagem-e-catalise-afeto-e-linguagem<br></a><a href="https://ricardonash.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Manifesto-pelo-Corpo-poro-passagem-e-catalise-afeto-e-linguagem.docx.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-877ea98e-6fae-42ed-a0eb-44a9bab4749e">Baixar</a></div>
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		<title>Do tarot ao mestrado</title>
		<link>https://ricardonash.com.br/do-tarot-ao-mestrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Nash]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2019 16:57:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[mestrado]]></category>
		<category><![CDATA[olho caos]]></category>
		<category><![CDATA[performance]]></category>
		<category><![CDATA[ricardo nash]]></category>
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					<description><![CDATA[Certa vez, a única em minha vida &#8211; devia ser 1996, possivelmente &#8211; fui me consultar com uma Taróloga. Foi muito interessante a consulta e uma das coisas que ela falou foi que, se eu quisesse ser ator, eu teria que estudar muito. Algo que me parecia óbvio, e rapidamente, eu respondi: &#8220;Mas eu estudo, [&#8230;]]]></description>
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<p>Certa vez, a única em minha vida &#8211; devia ser 1996, possivelmente &#8211; fui me consultar com uma Taróloga. Foi muito interessante a consulta e uma das coisas que ela falou foi que, se eu quisesse ser ator, eu teria que estudar muito. Algo que me parecia óbvio, e rapidamente, eu respondi: &#8220;Mas eu estudo, faço a escola técnica Célia Helena&#8221;. Então ela disse: &#8220;Não, você terá de ir além, terá de se aprofundar nos estudos&#8221;. </p>



<p>Naquele momento não estava muito claro que tanto estudo aprofundado eu deveria fazer. Os anos foram passando e sem que eu ‘propositalmente’ seguisse o conselho da taróloga, estava na trilha dos estudos. Saltamos agora pra 2003, quando eu já tinha terminado o Célia Helena (em 1997) e me tornado ator profissional. Já estava trabalhando no mercado teatral e tudo mais. Nos estudos, terminei a faculdade de Comunicação das Artes do Corpo (PUC/SP) e, paralelamente, já estava avançando para o segundo ou terceiro ano no conservatório em viola caipira na EMESP (antiga ULM). Pra mim já estava claro que a necessidade de estudar tinha também ligação com minha atividade pedagógica, já que comecei a dar aulas desde sempre &#8211; ainda no terceiro semestre enquanto aluno na escola técnica de teatro, já era um jovem professor, atividade que sempre tive paralelo aos trabalhos práticos como ator e músico.&nbsp;</p>



<p>Desde antes do início da faculdade, meu interesse pelo corpo humano era enorme, tanto na área da saúde, quando na área artística, da expressão do corpo e suas possibilidades estéticas na cena.</p>



<p>Desde criança estudava música, e naquele momento que estava no conservatório musical, em mim pulsava muito o interesse latente em cruzar o conhecimentos da música com o do teatro para pesquisar a relação do corpo e seus atravessamentos em cena, como um agente/agenciador dos acontecimentos e ações. Então, entrei na pós graduação para pesquisar essas relações e cruzamentos de linguagens. O processo de pesquisa &#8211; que de lá pra cá nunca terminou &#8211; foi incrível. </p>



<p>Em 2006, fiz a defesa para a banca, que foi, de fato, uma apresentação performática no Teatro Oficina. Tive a honra de ter na plateia o grande Bóris Shnaiderman. Os professores examinadores foram Jerusa Pires (PUC), Rogério Costa (USP) e o Silvio Ferraz, meu orientador, que era da PUC e UNICAMP e agora está na USP. Eles ficaram muito contentes com a experiência de fazerem a banca fora de ambiente acadêmico, e especialmente naquele espaço concebido por Lina Bo Bardi, arquiteta&nbsp;magistral. E lá eles estavam, no Teatro Oficina, para assistirem a defesa de minha dissertação de mestrado: a performance Olho Caos, com participação dos artistas maravilhosos: Auro Porto (Performer-Corpo), Irene Selke (concepção de iluminação), Fernando Coimbra (vídeo-arte), Dipa (técnico de som) e eu 🙃(Performer-Voz).</p>



<p>Como resultados práticos dessa pesquisa, temos, além da performance, trabalhos como &#8220;<a href="https://ricardonash.com.br/danca-viola-2/">Dança Viola</a>&#8221; e &#8220;<a href="https://ricardonash.com.br/modaaterra/">Moda à Terra</a>&#8220;.</p>



<p>Veja abaixo a performance &#8220;Olho Caos&#8221; completa:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Olho Caos" width="1333" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/nmV9p_U063E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><a href="https://ricardonash.com.br/tese-de-mestrado-musica-em-cena/">E clique aqui para baixar a tese de mestrado completa, em PDF</a> ou acesse também pela <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Biblioteca da PUC (abre num novo separador)" href="https://aleph50023.pucsp.br/F/BMC8IKDEY6AYG7Y5EE651BHQBF9Q9QXE7EMFVT4F9TJ5CL9MFN-31042?func=full-set-set&amp;set_number=018542&amp;set_entry=000001&amp;format=999" target="_blank">Biblioteca da PUC</a>.</p>



<p>Título: <strong>Música e(m) Cena: processo de criação em mídias diversas</strong></p>



<p>Resumo:</p>



<p><em>Música e cena sempre se correlacionaram. Ao longo da história, foram desenvolvidas diversas formas de relacioná-los. Com o intuito de entender os princípios que motivaram o desenvolvimento entre os componentes musicais e cênicos, essa dissertação de mestrado tem por objetivo pesquisar essa forma de relação como um processo híbrido de criação atualmente implicado nas mais diversas mídias. O que se pretende com isso é entender os modos de relação do som com os elementos dramáticos: o texto falado ou cantado, ou mesmo a trilha sonora, e o corpo (gesto, iluminação, espaço e outros mecanismos de captação e registro). O trabalho apresenta um histórico detalhado das formas de relação entre as duas linguagens (o texto e o som) bem como outros elementos que possam concorrer à cena. As bases conceituais empregadas para tal leitura foram tomadas de Gilles Deleuze, Paul Zumthor e Haroldo de Campos. Desses autores, alguns conceitos são fundamentais: de Deleuze, os conceitos de ritornelo e devir, de Zumthor, os estudos de oralidade e as relações entre voz cantada, voz falada e a presença do corpo no acontecimento performático; e de Campos, o conceito de tradução.</em></p>



<p><em>A dissertação apresenta-se em duas partes, com dois capítulos cada uma. A primeira traz um mapeamento da relação entre as duas linguagens, desde seus primórdios até as decorrências mais recentes trazidas pelas novas mídias. A segunda parte estuda dois casos de relação entre a criação sonora e a criação cênica, focalizando, sobretudo, o processo de criação em mídias distintas que apresenta o corpo como o elemento de acoplamento das camadas visuais e sonoras. Junto ao texto teórico e analítico, há dois registros em mídia digital, dos dois trabalhos analisados disponibilizados em formato completo no site: </em><a rel="noreferrer noopener" href="http://www.myspace.com/ricardonash" target="_blank"><em>www.myspace.com/ricardonash</em></a></p>
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